Nesse mesmo período de quatro anos, o número de linhas fixas em uso no Brasil diminuiu 13%, de 35 milhões para 30 milhões. Mas os dados da Anatel mostram que a quantidade de linhas fixas instaladas (não necessariamente em uso) aumentou 5% no período, de 42 milhões para 44 milhões. Isso sugere que não há falta de linhas. O que há é desinteresse dos usuários.
Numa situação em que quase todas as pessoas possuem celular, o telefone fixo tornou-se dispensável para a maioria. E algumas vêm deixando de usá-lo. A proporção de linhas inativas cresceu. Segundo a agência governamental, ela era de 17% em 2008 e chegou a 31% em março deste ano. E o fenômeno afetou até os telefones públicos. Há 980 mil relhões e similares no Brasil. Isso é 14% menos do que havia em março de 2008.
Fonte:Exame.Abril
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